Um estacionamento que gera energia
A idéia é bem interessante.
Um supermercado britânico está planejando fazer algumas instalações no seu estacionamento de carros a fim de gerar energia elétrica para alimentar os caixas eletrônicos e a iluminação interna do estabelecimento.
O seu funcionamento é basicamente simples. Seriam instaladas uma série de placas sobre o chão do estacionamento, e quando um carro passar por cima delas, o seu peso empurra a placa para baixo, gerando energia cinética!
Esta atividade seria capaz de gerar até 30 kw hora – que é mais do que o suficiente para alimentar este Supermercado.
Economia com conta de energia, e menos degradação do meio ambiente…
Fica aí o exemplo! =D
Mais detalhes no Dailymail.




publicado em: 16 de junho de 2009, às 12:07 pm
Já li sobre um projeto similar, mas não era para supermercado e sim para post de iluminação pública. O que também seria muito interessante.
publicado em: 16 de junho de 2009, às 1:41 pm
Com certeza, Carlos… Inclusive, em ruas e avenidas bem movimentadas, daria para se alimentar muito mais do que postes de iluminação… =)
Só não sabemos o preço deste sistema para saber se um dia a gente ainda encontra esta idéia aqui no Brasil.
publicado em: 17 de junho de 2009, às 10:31 am
BOBAGEM AMBIENTAL
Na realidade o sistema esta “roubando” energia dos carros, pois eles precisam subir nas placas metálicas para pressioná-las e fazer com que abaixem e movimentem o mecanismo dos geradores.
Acontece que o motor a combustão interna dos automóveis é ineficiente do ponto de vista do aproveitamento da energia do combustível, já que nem sempre trabalha na rotação ótima.
A fonte da energia que chega às tomadas pode não ser poluidora (usina hidrelétrica, nuclear, solar ou eólica) e mesmo se for estará muito próximo do máximo de eficiência (os geradores das usinas termelétricas trabalham sempre em torno do ponto ótimo).
Este sistema estará trocando uma fonte não-poluente ou menos poluente por uma mais poluente. O espertinhho dono do supermercado não quer ajudar o planeta, quer é economizar na conta de luz às custas dos clientes.
publicado em: 17 de junho de 2009, às 2:00 pm
E tem mais: a energia gerada tem que ir pra um acumulador. E a gente sabe bem que acumuladores têm duração limitada e que precisam ser descartados com muito cuidado (o que, geralmente, não acontece).
publicado em: 17 de junho de 2009, às 2:48 pm
A. Meyer, não acredito que o esforço a mais do carro seja proporcional à economia que se tem com este sistema. Afinal de contas, o carro já está em movimento, o que não exigiria um aumento tão expressivo na queima de combustível, até por que as placas não são tão elevadas assim.
publicado em: 17 de junho de 2009, às 5:48 pm
Rael: A energia VAI sair do motor do carro, não tem como vir de outro lugar. O cara vai só economizar na CONTA de luz não vai ajudar o planeta, pelo contrário, vai forçar o motorista a gastar mais energia (acelerar e poluir mais) para movimentar o sistema. Se as placas forem pouco elevadas vai gerar pouca energia. Com certeza MENOS energia do que aquela que o carro gastou para subir (o rendimento de qualquer sistema real é sempre menor do que 100%). Não adianta bancar o inocente, não dá prá violar as leis da termodinâmica. Este tipo de “publicidade” que não resiste a uma análise técnica ligeiramente mais cuidadosa é que ajuda a desacreditar as iniciativas ditas “verdes”, muitas delas sérias e viáveis (o que não é o caso desta).
publicado em: 18 de junho de 2009, às 2:42 pm
@A. Meyer
Há, há, há, há, tú é muito trouxa mesmo, os carros já vão lá de qualquer jeito meu filho, essa suposta energia “a mais” que os carros vão gastar é muito pequena comparada com a economia que será feita em energia elétrica, e se o cara quer é economizar e não cuidar do planeta não interessa, o resultado final é que importa.
Ps1: Quem já entrou em estacionamentos que tem redutores de velocidade (quebra molas) na entrada e na saída?? Não seria a mesma coisa só que sem a economia??
Ps2: Em motéis tem também…
publicado em: 18 de junho de 2009, às 2:46 pm
Equilibrium…. vc que citou moteis…
Imagine esse sistema embaixo dos pés ou colchões das camas em motéis!!!! =D
Isso sim seria fonte de energia!!!!
publicado em: 18 de junho de 2009, às 4:21 pm
@Equilibrium. Não estou dando minha opinião, estou informando vocês sobre como as coisas são. Conheço muito bem física e sei exatamente do que estou falando. Se não há interesse em adquirir conhecimento podem continuar a conversa em termos de “eu acho”, “muito pequena” ou “muito grande”. O único problema é que o mundo real não funciona assim.
publicado em: 18 de junho de 2009, às 9:46 pm
A. Meyer, não querendo desmerecer seu conhecimento de física, mas quem tá viajando é você … A idéia é adicionar esse tipo de sistema aos quebra-molas já existentes, basta uma simples adaptação.
Quanto à necessidade dos acumuladores de energia (baterias), seria necessário fazer um estudo do quando eles poluem, ai sim confirmar se a sua produção e descarte, superam os benefícios do novo sistema.
Existem projetos semelhantes constituídos por materiais com propriedades semelhante aos dos cristais piezoelétricos, que geram corrente quando são deformados, mesmo sob pequenas deformações, o que cairia perfeitamente no Brasil, basta comparar qualquer sistema desses com as nossas ruas esburacadas …
publicado em: 20 de junho de 2009, às 12:23 am
OK… Mostrem os cálculos. Provem que a primeira lei da termodinâmica está errada e entrem para a História.
publicado em: 20 de junho de 2009, às 3:44 am
Ótima jogada, que tal provar fisicamente, assim como você fez … ?
publicado em: 20 de junho de 2009, às 5:38 pm
À princípio a idéia faz bastante sentido, eu até me empolguei, mas com um olhar mais científico à proposta, percebo que a energia que move as placas tem origem no combustível fóssil, logo não é uma boa idéia. Para melhor vizualizar expanda os acontecimentos. Pense que ao invés de uma “lombadinha”, seja uma rampa bem grande e que gerasse energia para um bairro inteiro… ainda sim nao seria ambientalmente correto. Ou ainda, que faça-se os cálculos e perceba-se que cada carro gaste 0.000001ml(numero arbitrário) de combustível fossil para acionar o sistema, porém muitos carros são necessários, então, é só exagerar no número de carros e ver que a proposta “green”nao condiz. Ou ainda , pensem que os carros fossem élétricos, a perda de energia que ocorre devido a conversões nao compensaria o sistema. Realmente só compensaria para quem estivesse recebendo sem pagar por ela. Lembrem-se, sempre olhe a origem da energia. Se tem origem “suja”, nao adianta transformá-la em életrica ou térmica ou qualquer outra, que pareça limpa ela não será uma energia sustentável ao planeta.
Espero que meu comentário não desaponte vocês. E também encorájo-os a buscarem argumentos à favor desta e de outras propostas, atrelados sempre ao bom senso, à razão e ao conhecimento científico.
Sou engenheiro mecânico e pude (e tive que) estudar por anos sobre energia em todas as suas variações. Aprendi sobre Física, termodinâmica, transferencia de calor, Sustentabilidade, gestao e uso de energia, sistemas fluidotérmicos e outras muitas mátérias que usavam a energia como base, por isso achei que talvez fosse construtivo tomar um pouco do meu tempo para passar esta idéia pra vcs, que com certeza são preocupados com o rumo energético do mundo e que tanto podem fazer para mudar esse quadro quanto eu.
Um abraço a todos.
publicado em: 20 de junho de 2009, às 6:49 pm
Acho que a idéia não ficou clara nesse post, a primeira vez que li sobre essa idéia, queriam adaptar o sistema em lombadas, aonde a necessidade de acionamento pelos carros é a intenção ! Por isso o sistema só traria benefícios.
Quanto a colocar esse tipo de sistema somente com o objetivo de gerar energia, forçando os carros a pararem só com essa intenção, concordo que perderia a eficiência e o sentido.
publicado em: 20 de junho de 2009, às 6:55 pm
Nada se cria e nada se perde colegas…
E como há atritos e perdas, a conversão de energia tipo A em energia tipo B sai no vermelho.
publicado em: 20 de junho de 2009, às 6:55 pm
Uau… temos mentes brilhantes em fisica comentando aqui, engenheiros da mais alta qualidade, mas todos cegos pelo lado técnico da coisa… Não culpo voces… eu tb so engenheiro e as vezes tenho essa tendencia negativa…
Deixem de ser “criadores de caso” a própria matéria cita que um dos beneficios é uma conta de energia menor, e menor degradação do ambiente (que a meu ver o reporter encarou como uma menor demanda por energia eletrica).
Pergunto a voces.. PORQUE NÃO?
A energia dos carros passando por ali está disponivel de qq forma, sendo aproveitada ou não! Porque não utiliza-la?
Seria impensavel qq tipo de placas que exigissem um esforço muito maior que o normal dos carros para impulsionar o sistema, portanto acho que discutir isso é bem impertinente.
Olhem a nossa volta quanta energia não é desperdiçada em cada atividade humana que mesmo proveniente de recursos fósseis (ou sujos, como voces preferirem denominar) se reaproveitada em outra forma, no final exigiria que menos energia tivesse de ser produzida (ou transformada para não magoar os “tecnicos” de plantão).
Poderia muito bem demonstrar fisica ou matematicamente aqui que se uma casa ou estabelecimento comercial que utiliza X kW por dia de energia eletrica fornecida por uma concessionária conseguisse obter 1/3 dessa energia através do reaproveitamento de outra fonte de energia, a demanda final seria menor, o que ambientalmente falando seria bom. Mesmo que o reaproveitamento fosse a partir de uma fonte fóssil.
Não sou nenhum ativista verde, mas criticar uma boa idéia dessas enquanto ficam parados é fácil!
publicado em: 20 de junho de 2009, às 7:01 pm
Se o carro já fosse, por outro motivo, deperdiçar energia subindo a tal placa, daí sim poderia, a priori, aproveitá-la. Como citou o colega lá atrás sobre os redutores ou quebra-molas.
Acontece que para que esse aproveitamento supere às perdas o gasto teria que ser grande. Alguns centimetros de altura como em um quebra-mola, possivelmente, nao superaria nem as perdas do sistema.
Nada se cria e nada se perde.
* Não sou engenheiro, mas por favor …
publicado em: 20 de junho de 2009, às 7:13 pm
Zanin, não sei se voce dirige, mas pelo menos eu, quando passo num redutor ou quebra-molas espero que meu carro perca velocidade (seja pelo meu freio ou pela elevação dele).
Visto os modelos atuais desses equipamentos, que simplesmente nos forçam a frear o carro ou sentir um solavanco incomodo (entenda isso como o desperdicio que já acontece diariamente), não vejo limitação alguma em alguém criar um equipamento, ainda que não totalmente eficiente, mas capaz de gerar alguns kW de energia ao longo do dia com o peso dos carros trafegando por cima do mesmo. Quem diria que um dia teriamos centrifugas super eficientes flutuando sobre imãs? É a capacidade humana de inovar.
publicado em: 20 de junho de 2009, às 10:18 pm
Grande coisa ele ta roubando… O q vc tem na kbça pra axa q isso não eh um ponto positivo. Isso e bom ate mesmo para o aquecimento global. Veja o dvd da apresentação sobre o assunto do ex cadidato a presidente do EUA, Al Gore e vc entendera o q stou dizendo. Tem gente q faz questao d tudo. Meu Deus por isso q esse Brasil nao vai pra frente. Voce deveria ser presidente. P/q não se candidata, talves ganhe, neste nosso país.
publicado em: 20 de junho de 2009, às 10:28 pm
Adorei a sua resposta.
publicado em: 20 de junho de 2009, às 10:33 pm
A. Meyer, Grande coisa ele ta roubando… O q vc tem na kbça pra axa q isso não eh um ponto positivo. Isso e bom ate mesmo para o aquecimento global. Veja o dvd da apresentação sobre o assunto do ex cadidato a presidente do EUA, Al Gore e vc entendera o q stou dizendo. Tem gente q faz questao d tudo. Meu Deus por isso q esse Brasil nao vai pra frente. Voce deveria ser presidente. P/q não se candidata, talves ganhe, neste nosso país
publicado em: 20 de junho de 2009, às 10:44 pm
Daniel e A. Meyer, imagine q essas placas estaria em um declive, isso resolveria o gasto de combustível dos clientes. Mesmo assim você diria q ha o gasto dos pneus e o aquecimento das placas e do sistema. Isso é pessimismo. Se você for engenheiro me aponte um sistema q produza energia sem aquecimento!!!… Até mesmo as fotocélulas precisam do calor para produzir e produzem calor em suas baterias… resumindo não existe sistema perfeito. Por isso admiro o comentário postado pelo Paulo.
publicado em: 21 de junho de 2009, às 10:34 pm
o invento e criativo e ao mesmo tempo viavel , sendo assim poderiamos preservar mais a natureza , e o homem deixaria de ser tao agressivo com o meio ambiente ,at
publicado em: 22 de junho de 2009, às 9:10 am
Propus esta discussão para meus alunos e muitos tiveram a mesma reação que vocês, mas o sistema realmente NÃO ajuda o meio ambiente. Vamos pensar na seguinte situação, um carro de 1200 Kg se desloca a 5 m/s (18 Km/h) no estacionamento. Sua energia cinética total é de 15.000 Joules. Para facilitar as contas e ilustrar melhor o princípio vamos supor que não existe atrito e que o motorista não está acelerando nem irá frear. O carro está andando só no embalo e passa sobre o tal sistema de captação de energia. Não importa como ele funciona, pode ser piezoelétrico, lombadas móveis, rampas com placas ou seja lá o que for. Imaginem que o sistema consiga extrair uma parte da energia do carro, vamos dizer 10.000 Joules. A energia cinética que sobrou, de 5.000 Joules em um carro de 1200 Kg corresponde à velocidade de mais ou menos 2,88 m/s (10,4 Km/h). Percebam que em nenhum momento nenhuma energia foi criada, o carro começou com 15.000 Joules e trminou com 5.000. O sistema ficou com os outros 10.000. Logo depois de passar pelo captador de energia o motorista percebe que seu carro passou a andar mais devagar e volta a acelerar para recuperar a velocidade anterior de 18 Km/h, tendo para isso queimado combustível para gerar mais 10.000 Joules de energia cinética. Perceberam como, independente da tecnologia, toda a energia fornecida ao sistema foi extraída da queima do combustível do carro ?
publicado em: 22 de junho de 2009, às 9:54 am
E você explicou para seus alunos, que o objetivo de uma lombada é justamente fazer com que os carros diminuam sua velocidade, geralmente por questões de segurança ?
publicado em: 22 de junho de 2009, às 1:51 pm
Padilha,
Perceba que assim como os outros acima, você está equivocado com a parte técnica do projeto.
Vamos lá:
A questão não é se a energia é gerada a partir do combustivel fóssil do carro, nem se logo após passar pela lombada o carro volta a acelerar ou não gerando novo desperdicio. Essa parte toda é inquestionável e claramente visivel, afinal todos aqui conhecem os conceitos básicos de fisica, conservação de enegia e bla bla bla…
O ponto aqui é a aplicação desses conceitos todos ao nosso modo de vida.
Vamos supor que a entrada de um estacionamento exige que um carro passe por um sensor de entrada a menos de 15km/h (digamos que para que seja possivel ler uma tag de RFID e identificar o veiculo) e por isso seja necessária a instalação de tais redutores, afim de garantir que os carros passem realmente abaixo de tal velocidade. Ambos sabemos que a realidade do transito em que vivemos faz necessária a presença de tais sensores ou muitos motoristas não obedeceriam a regra.
Dessa forma, o redutor de velocidade é algo já existente e tem seu propósito baseado em motivos que não cabem discutir aqui (leis de transito, segurança de pedestres, procedimento de cobrança, etc). Sendo assim, tal “despedicio” de energia proveniente da aceleração/desaceleração do carro vai existir de qualquer forma, sendo revertido ou não em energia reutilizavel.
Partindo desse principio, consegue enxergar a ajuda ao meio ambiente? Não estamos aqui discutindo nenhuma lei da fisica, mas o aproveitamento desses “desperdicios” de energia pré-existentes e até certo ponto inevitáveis.
Abraços
publicado em: 22 de junho de 2009, às 6:02 pm
Parabéns Paulo. Gostei da objetividade e do pragmatismo. Só uma ressalva: não é obviamente o seu caso, mas há vários comentários aqui discutindo (e tentando contrariar) leis básicas da física e era isso que vinha me incomodando. Abraço.
publicado em: 22 de junho de 2009, às 6:31 pm
Olha, já que a discussão se estendeu no uso em nível geral desta tecnologia, vou propor uma situação que talvez amenizasse essa ressalva no propósito “verde” que ela foi citada.
E se este conceito fosse aplicado em um declive. Em uma descida em centros urbanos, ou até mesmo em uma proporção maior como forma de uma LOMBADA na cidade?
Creio que este conceito aplicado nesta situação já resolveria o problema, certo? Levando em consideração o baixo esforço exigido durante uma descida, da mesma forma como a obrigatoriedade da redução de velocidade em certas localidades.
publicado em: 22 de junho de 2009, às 7:51 pm
Acho q as pessoas não estão lendo direito os posts anteriores …
publicado em: 14 de julho de 2009, às 3:33 pm
Pessoal,
Gostei muito do debate e entendí bem os dois lados, mas concordo que se atualmente já existe, obrigatoriamente, a PERDA de energia fóssil, nada melhor do que aproveitá-la para gerar uma nova energia!
Agora não acho justo ficar colocando lombadas/placas/etc… apenas para “roubar” a energia dos outros.
Agora, alguém pode me explicar se isso é economicamente viável? Qual seria o custo/benefício desta instalação? Em quanto tempo a economia na conta de luz pagaria o investimento? Não sou engenheiro e sim administrador, isso explica a minha pergunta.
publicado em: 20 de julho de 2009, às 12:38 pm
Putaqueopariu!!!!! Que coisa mais absurda esse debate! O QUEBRA-MOLAS JÁ ESTÁ LÁ, SEMPRE ESTEVE LÁ, só foi modificado, seja por questões de segurança, estética ou prazer, o redutor já existia e sempre existirá aos milhares ao redor do Brasil e do Mundo. A porcaria do combustível fóssil será queimado a mais por causa do quebra-molas tenha equipamento captador de energia ou não, me poupem….
publicado em: 29 de agosto de 2009, às 11:58 pm
Olá amigos. Tive essa ideia a mais de cinco anos e trabalhei no prjeto por quase um ano, mas por ingenuidade demorei para resolver patenteala e me f…
Respeitando as leis da termodinamica, a energia acumulada será certamente vinda da queima de parte do combustivel no motor, mas, se o dispositivo gerador for instalado como redutor de velocidade no lugar das antigas lombadas este aproveitará parte da energia disponibilizada. Portanto se o dispositivo for empregado adequadamente trará beneficios sim.